Tecnologia: utilidade, culto e o que mais?

Estamos acostumados a fazer a tecnologia percorrer um caminho que vai de sua utilidade até o culto. O que será que acontece quando retiramos a capacidade de percorrer essa jornada?

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Estava preparando um material para um dos clientes do meu dia a dia, lendo duas dezenas de reports que saíram na virada do ano para achar algum padrão, quando me ocorreu o tema deste vídeo de hoje: como o atual estado de coisas poderia alterar a capacidade que a gente tem de transferir valores entre tecnologias. 

(Eu sei, poderia estar assistindo BBB… mas… sou assim)

Explicando: há muito tempo percorremos um caminho mais ou menos parecido, indo da utilidade extrema ao culto por si só. Foi assim com o vinil que era um forma de registrar a música gravada e hoje movimenta um clube mais ou menos seleto de pessoas que afirmam de pés juntos que a bolachona de acetato tem som com qualidade superior a de outros suportes.

O mesmo raciocínio vale para um grande número de tecnologias que percorreram esse caminho. Aliás, por nossa relação com estes aparatos técnicos, que foi se alterando. Em uma lista rápida: fitas K7, CDs, Máquinas de fliperama, Coadores de café e por aí vai.

O fato é que os novos arranjos de emprego - inclusive a falência do conceito de emprego para uma larga fatia da população que seria economicamente ativa - e a aceleração desse processo de financeirização do dia a dia em que estamos vivendo me parece que pode operar uma mudança nesse tipo de jornada, na forma como passamos por ela.

Eu explico depois do seu play aí em cima.

Antes de ir, alguns recados

Pois é, me propus a montar uma grade para minha produção de conteúdo este ano. Assim, a semana que passou e que termina com este vídeo aqui, foi plena de publicações. Gostaria muito que você conferisse os links abaixo!

É isso. Sextou.